Medicina Esportiva e Ortopedia

Medicina Esportiva e Ortopedia


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A lesão do ligamento cruzado anterior do joelho é uma das mais comuns e incapacitantes do Esporte. É um ligamento que confere estabilidade ao joelho e sua reconstrução cirúrgica é quase sempre indicada no atleta.

O menisco é uma estrutura do joelho que atua principalmente na estabilização e absorção dos impactos do joelho. A deficiência dos meniscos pode levar ao desgaste acelerado da cartilagem da articulação, e por isso, seu tratamento é imprescindível.

Muito comum no corredor e nos saltadores. Normalmente é proveniente de desalinhamento da trajetória da patela ou inflamação do tendão patelar. Ambos podem ser causados por desbalanço muscular e deficiência de alongamento dos membros.

O osso da patela tem necessidade de uma equilibrada estrutura muscular e ligamentar para que sua trajetória se mantenha saudável. Desbalanço muscular ou rompimentos ligamentares colocam em risco a cartilagem da patela e seu correto posicionamento.

A inflamação dos tendões são problemas muito comuns no esportista e no paciente em geral. A negligência no tratamento da tendinite pode levar à degeneração do tendão doente. Isso pode tornar o problema crônico ou até levar ao rompimento dessa estrutura.

Todo atleta profissional ou amador já deve ter passado por algum grau de lesão muscular. Algumas demoram apenas poucos dias para se resolver e outras, mais graves, persistem por mais tempo. O mais importante nessas lesões é uma boa avaliação da gravidade e extensão da lesão e a correta orientação para retorno ao esporte.

Cada vez mais as pessoas querem se exercitar e se manter em atividade física. Se por um lado isso traz todos os benefícios da melhora da qualidade de vida, por outro traz também a necessidade de cuidados para se evitar lesões e riscos que podem interromper precocemente o hábito da atividade física.

Inúmeras causas podem gerar o quadro de rigidez articular, desde imobilizações prolongadas até sequelas de fraturas. Nesse quadro observa-se importante limitação funcional com dificuldade para as atividades do dia a dia, sendo, algumas vezes, acompanhada de queixas dolorosas.

O famoso “cotovelo do tenista” não é visto apenas nos praticantes desse esporte. Nesse quadro, movimentos de extensão dos dedos e dos punhos, além da supinação (“palma da mão para cima”) quando realizados de modo repetitivo podem gerar uma inflamações dos tendões dessa região e levar a dores locais com diminuição de força.

Dores de longa data, sem causa definida, sem sucesso com tratamentos prévios, devem ser pormenorizadas após revisão minuciosa do quadro apresentado.

Menos conhecida e frequente em relação ao lateral, a epicondilite medial, ou cotovelo do golfista, ocorre pela inflamação dos tendões flexores do antebraço, responsáveis por fletir (dobrar) dedos e punhos. Assim como a lateral, também incorre em dores muitas vezes motivadas por movimentos repetitivos que acabam por gerar inflamação. Como particularidade nesse quadro, junto a origem dos tendões que se inflamam,existe uma proximidade com o nervo ulnar, responsável pela inervação do 4o e 5o dedos da mão, daí, algumas vezes os pacientes relatarem, além da dor, sensação de choque e formigamento nesses dedos.

Nesta situação há um desgaste importante da cartilagem do ombro, levando a dor e limitação de movimento. Esse quadro pode ter como origem doenças preexistentes, como a artrite reumatóide, ou ainda causa primária do próprio ombro (normalmente acima de 60 anos). Mais comum nos membros inferiores, como quadris e joelhos, a artrose do ombro, quando presente, pode levar a impedimentos importantes nas atividades do dia a dia.

Tecnicamente conhecido como capsulite adesiva, este quadro não tem causa definida, sendo, entretanto, mais frequente em pacientes diabéticos ou naqueles com problemas na tireóide. Nessa doença há inflamação da cápsula articular do ombro, daí o nome da entidade, tendo sua duração auto limitada entre 12 a 18 meses, acompanhada de dor e, principalmente, rigidez articular, até sua resolução.

No ombro é existe um grupo de tendões que, em conjunto, compõem o Manguito Rotador. Ele é responsável por parte da estabilidade e dos movimentos da articulação, sendo muitas vezes acometido em lesões decorrentes de acidentes ou dores antigas, desde rupturas de tendão até tendinites.

Nesta doença ocorre a deposição de compostos minerais, na sua maioria formados pelo elemento cálcio, daí o nome, em meio aos tendões do manguito rotador, mais comumente o supra e o infraespinhais. Mais frequente em mulheres por volta dos 40 anos de idade, sem causa definida, muitas vezes é causa de dores crônicas.

Muitas vezes a prática incorreta de determinado esporte ou atividade, seja pelo uso exagerado da articulação ou pela execução incorreta do movimento (entre outros motivos) podem levar a dores as quais, se não respeitadas, incorrerem em lesões que podem limitar o treinamento e prejudicar resultados e desempenho.

As lesões pela prática esportiva devem ser bem identificadas para correta condução do caso, sejam por técnicas conservadoras (fisioterapia, acupuntura, infiltração articular) ou cirúrgicas, possibilitando manter o desempenho esportivo máximo do atleta.

As fraturas são situações que acometem a cintura escapular após eventos traumáticas aos quais estamos expostos diariamente, como acidentes automobilísticos, práticas esportivas, quedas ao solo. Tais situações devem ser tratadas de modo individualizado e podem variar desde o tratamento conservador por meio de imobilizações específicas até a fixação cirúrgica da lesão por meio de materiais especiais (placas, parafusos, hastes, entre outros). Por se tratarem de lesão individuais e de evolução única o seguimento no consultório habitualmente é frequente, com radiografias e sessões de fisioterapia para reabilitação.

Tanto ombro quanto cotovelo são articulações as quais, pela própria conformação, tem sua estabilidade óssea limitada. Isso implica em situações nas quais há perda de sua conformidade articular, conhecida como luxação. Muitas vezes ocorrem associada a lesões ligamentares, o que leva a situações de repetição com sensação de falseio da articulação e perda de força, tornando-se necessário o tratamento cirúrgico para reconstrução dos ligamentos e reestabelecimento da estabilidade articular.