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Cardiologia – Saiba identificar os sintomas de infarto

O infarto, popularmente conhecido como “ataque cardíaco”, é um grande vilão da saúde pública em todo o mundo. Estimativas revelam que, só no Brasil, cerca de 30% das mortes se devem às doenças cardiovasculares. Sendo assim, a patologia exige todo o cuidado possível, pois, caso o problema não seja acompanhado, pode ser fatal.

Não importa se o paciente é homem ou mulher, o infarto atinge igualmente pessoas de ambos os sexos. A idade também não importa. Apesar de acontecer com mais frequência em pessoas com mais de 45 anos, há registros de ataques cardíacos também em indivíduos mais jovens. Fatores que aumentam ainda mais os riscos são a obesidade, o tabagismo, a hipertensão arterial, o diabetes e altos níveis de colesterol.

Como notar os sintomas do infarto?

O infarto é caracterizado pela obstrução ou entupimento de uma ou mais artérias que carregam o sangue, rico em oxigênio, ao coração. Tais canais ficam bloqueados devido à presença de um coágulo, formado por uma placa de gordura existente na parede interna da artéria.

Contudo, com a devida atenção, é possível notar sinais de um infarto dias antes de ele acontecer. Os indícios podem ser sutis, portanto o cuidado e a observação devem ser redobrados. Especialistas afirmam que os sintomas precoces aparecem em torno de 50% dos casos, mas são costumeiramente ignorados.

Dores na região do tórax

Muitas vezes, os primeiros sinais dados por um paciente são dores na região do tórax e do peito. É provável que o mal-estar se irradie, ainda, pelos braços, ombros, costas, pescoço e, até mesmo, mandíbula. É uma dor súbita que surge nos momentos em que o indivíduo realiza atividades comuns do dia a dia ou até dormindo.

Tonturas

É comum que, algumas semanas antes de um infarto, se vivencie tonturas. Caso exista alguma suspeita de que tal sensação está relacionada a questões cardiovasculares, o paciente deve evitar dirigir ou se expor a atividades que o coloquem em perigo. O quadro pode acontecer associado ao “suor frio”.

Falta de ar

A dificuldade de respirar devido a uma sensação de aperto no peito que interfere nos pulmões pode ser um sintoma de infarto. Caso o paciente sinta este desconforto, deve consultar seu médico imediatamente.

Outros sintomas

  • Pontadas no lado esquerdo do peito;
  • Dormência ou formigamento no braço esquerdo;
  • Palidez;
  • Tosse seca;
  • Dores no estômago sem relação com alimentos;
  • Dificuldades para dormir.

 

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Não consigo emagrecer. Qual especialidade médica devo procurar?

Nos últimos anos, centenas de estudos sobre o controle da obesidade vêm sendo realizados. Embora os conhecimentos sobre o assunto estejam cada vez mais atualizados, os progressos referentes ao tratamento da doença não evoluíram na mesma proporção. O motivo disso é que, via de regra, a principal estratégia em busca do emagrecimento ainda é a manutenção de um balanço energético negativo, provindo de uma menor ingestão de calorias, associada à prática regular de atividades físicas.

É válido ressaltar, ainda, que no tratamento da obesidade a perda de peso não deve ser o único foco. Também deve ser tomada como objetivo a correção dos fatores de risco cardiovascular. É por isso que, por vezes, os métodos adotados pelos pacientes devem ser menos ambiciosos e mais realistas, com a possibilidade de observação dos resultados a longo prazo.

Tratamento multidisciplinar com foco na Endocrinologia

O tratamento do indivíduo obeso deve ser realizado contando com a ação conjunta do nutricionista, do educador físico, do psicólogo e do médico endocrinologista. Este último é o profissional mais apropriado ao acompanhamento do paciente obeso ao longo do processo de emagrecimento, pois é o especialista capaz de avaliar as causas do ganho de peso, além de suas consequências.

Através de exames clínicos e laboratoriais, o endocrinologista analisa as condições atuais em que se encontra o paciente obeso, levando em consideração seus antecedentes pessoais e familiares. Também poderão ser ponderadas as possibilidades de o paciente necessitar fazer uso de medicamentos específicos, como os inibidores de apetite, os termogênicos, os redutores da absorção no trato gastrointestinal ou os antagonistas do receptor CB-1.

Em busca do tratamento mais eficaz

Os endocrinologistas encaram as medicações anti-obesidade como ferramentas que visam o alcance de resultados favoráveis a uma vida mais saudável. Sendo assim, quando preciso, as opções terapêuticas são combinadas da melhor maneira possível. Porém, durante o uso de qualquer medicamento, podem haver efeitos colaterais, como aumento dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial, diarreia, náuseas, alterações de humor, suor excessivo, entre outros. Todas essas condições devem ser relatadas ao profissional.

Também cabe ao médico avaliar a possível indicação de procedimento cirúrgico, levando em consideração vantagens e riscos. A obesidade crônica é uma doença séria e, por isso, exige todo o cuidado.

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Endocrinologia: quais são os principais tratamentos para obesidade?

A obesidade é uma doença multifatorial, isto é, decorrente da combinação de variados fatores, que, nos dias de hoje, atingem cada vez mais pessoas. Não apenas sua origem é tida como complexa, mas, também, todas as suas consequências para a saúde, nada benéficas.

Um exemplo é a possibilidade de acometimento do cérebro, órgão que, caso esteja em contato direto com uma grande quantidade de tecido adiposo, pode ter o funcionamento comprometido. Estudos recentes revelaram, inclusive, que a perda de peso depois de uma cirurgia bariátrica altera o desempenho dos neurônios. Com isso, é possível que se diminuam as possibilidades de desenvolvimento da Doença de Alzheimer.

O tratamento da obesidade ocorre de maneira multidisciplinar, envolvendo as atuações de nutricionista, psicólogo, educador físico e do médico endocrinologista, o mais habilitado a acompanhar o paciente no processo de emagrecimento.

Como é o trabalho desenvolvido pelo endocrinologista?

O trabalho do endocrinologista consiste na avaliação das causas para o ganho de peso, além dos riscos dessa condição. É o especialista ideal para alertar o paciente sobre os malefícios da obesidade com base em seu histórico pessoal e doenças que tenham atingido sua família. O médico irá ponderar, ainda, a necessidade do uso de medicações específicas.

Medicamentos anti-obesidade

O tratamento da obesidade com o auxílio de remédios deve ser feito por pacientes que já estejam envolvidos com um programa de mudança de estilo de vida. O indivíduo deve seguir as orientações dietéticas e praticar exercícios físicos, pois, do contrário, os efeitos não serão satisfatórios.

O uso de medicações para tratar a obesidade é indicado para os casos de:

  • Índice de massa corporal (IMC) superior a 30 kg/m2;
  • Índice de massa corporal (IMC) superior a 27 kg/m2 com outras doenças relacionadas. Exemplos: pressão alta, diabetes ou colesterol elevado;
  • Obesidade que não consegue ser vencida apenas com dieta e atividades físicas.

Cirurgia Bariátrica

As cirurgias mais realizadas são dos tipos Banda Gástrica (em que se coloca uma faixa ajustável para reduzir o diâmetro do estômago), Bypass Gástrico (em que se diminui o estômago através do desvio da região restante ao intestino), Derivação Biliiopancreática (com a criação de outro meio de desvio para o intestino) e Gastrectomia Vertical (em que se retira grande parte do estômago responsável pela absorção). A decisão de qual tipo adotar é realizada em conjunto entre o paciente e seu médico.

A cirurgia bariátrica é indicada nos casos de:

  • Índice de massa corporal (IMC) superior a 40 kg/m2, isto é, obesidade mórbida;
  • Índice de massa corporal (IMC) superior a 35 kg/m2, isto é, obesidade moderada, associada a doenças de obesidade descontrolada, como hipertensão arterial, colesterol elevado, apneia do sono, diabetes, arritmias, entre outras.
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Quais problemas de saúde são tratados pela medicina esportiva?

A medicina esportiva, também conhecida como medicina do esporte, é uma especialidade reconhecida em nosso país pelos conselhos que regem o trabalho desenvolvido no setor da saúde. Foi criada na década de 60 junto à Sociedade Brasileira de Medicina do Exército e do Esporte (SBMEE), filiada à Associação Médica Brasileira (AMB).

Os médicos esportistas estudam a influência da prática de atividades físicas na saúde dos indivíduos, sejam eles atletas ou não. São, ainda, profissionais que avaliam e tratam lesões de diversos tipos causadas por exercícios. Com isso, o principal objetivo é o de evitar o risco de surgimento de outras patologias, decorrentes do quadro inicial.

O que faz o médico do esporte?

Devido à desinformação, é comum que muitas pessoas pensem que o médico do esporte atua somente em times de futebol ou, então, que só sirva para prescrever suplementos, mas não é bem assim. O especialista dedica três anos de residência médica voltada ao aprendizado de como gerenciar o indivíduo como um todo.

Por esta razão, em uma consulta inicial, o doutor vai realizar uma série de perguntas não apenas sobre o treinamento do atleta (tipo, intensidade e frequência), mas também sobre todos os sistemas do paciente (cardio, nutrológico, psicológico, ortopédico, entre outros).

Conheça a Crioterapia

A Crioterapia é um exemplo de técnica utilizada pelos médicos do esporte em seus pacientes. Consiste no esfriamento dos tecidos, no intuito de estimular os efeitos analgésicos e anti-inflamatórios através da vasoconstrição. O estado de hipotermia favorece a diminuição da taxa metabólica local e gera uma queda na necessidade de oxigênio das células.

Suas principais aplicações são em situações de:

  • Artroses;
  • Dores na cervical ou na lombar;
  • Edemas pós-traumáticos;
  • Espasmos musculares;
  • Lesões periarticulares;
  • Processos infecciosos.

Quando procurar um médico do esporte?

O médico do esporte exerce a função de orientador para atividades físicas, levando em consideração todo o histórico do paciente e o estado em que se encontra hoje. Para isso, são realizados exames clínicos e laboratoriais. A partir daí são buscados os melhores caminhos para prevenir lesões, tratá-las e reabilitar o indivíduo.

No caso de alguém que pratica natação, mas sofre de bursite no ombro, por exemplo, a situação será tratada até que essa pessoa possa nadar sem problemas. Na pior das hipóteses, médico e paciente vão discutir juntos a sugestão de uma nova atividade física, mais apropriada ao perfil do praticante.

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Mastologia: a importância do rastreio de câncer de mama

Toda mulher, ao longo de sua vida, escuta falar sobre a Mastologia. Esta é uma especialidade médica que cuida especialmente da saúde feminina, ao estudar e tratar de doenças que atingem as glândulas mamárias, como, por exemplo, o câncer. É uma área da medicina que se encontra em constante evolução, devido a estudos aprofundados, desenvolvidos em todo o mundo.

Graças à Mastologia, é possível identificar tumores nas mamas de maneira precoce, o que propicia maiores chances de cura, a partir da adoção de métodos de tratamentos modernos e menos agressivos. O médico mastologista deve ser consultado sempre que alguma alteração for observada nos seios ou nos casos em que a paciente pretenda passar por procedimentos cirúrgicos nesta região.

O que é possível diagnosticar com o auxílio do mastologista?

Todas as doenças relacionadas às glândulas mamárias podem ser diagnosticadas e tratadas com o auxílio do profissional desta área. O médico que se especializa em Mastologia dedica anos de estudos mantendo o foco apenas na avaliação e cirurgia das mamas. Podem ser realizadas biópsias mamárias, procedimentos cirúrgicos voltados ao câncer de mama, além de questões estéticas, como a avaliação da paciente para implantes de silicone ou redução dos seios.

Como detectar o câncer de mama?

O exame mamográfico é o método indicado para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Por seu intermédio, é possível identificar a doença antes mesmo que apareçam os nódulos mamários. É uma técnica aplicada, sobretudo, em pacientes com idade superior aos 35 anos, já que, em mulheres mais jovens, a imagem mamográfica pode não apresentar uma definição qualificada. Nestes casos, o mastologista deve solicitar outros exames, como a ressonância magnética e a ultrassonografia.

Os sintomas da doença costumam aparecer tardiamente, como saliências nos seios ou axilas, retrações na pele, secreções e alterações no tamanho e no formato das mamas. Alguns dos fatores de risco são: idade acima dos 40 anos, gravidez tardia, menopausa tardia, primeira menstruação precoce, antecedentes familiares, entre outros.

As chances de cura do câncer de mama podem chegar a 100% em casos detectados na fase inicial. Recomenda-se a realização de exames de rotina anuais, mas podem haver intervalos diferentes. Um mastologista deve ser consultado para que determine o prazo ideal.

 

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O que é o Ecodopplercardiograma e qual sua importância para o diagnóstico de doenças?

 

“Ecodopplercardiograma” nada mais é do que o nome dado ao exame de Ecocardiografia (ou “Ecocardiograma”) associado ao Doppler. É um procedimento adotado em situações em que se faz necessária uma avalição do tamanho do coração, além da velocidade com a qual o sangue está sendo bombeado por este órgão.

Por meio deste exame, é possível saber as medidas e a mobilidade das paredes de diferentes cavidades do coração com precisão. Analisa-se, ainda, o fluxo sanguíneo, sua capacidade funcional e a direção seguida junto às válvulas cardíacas.

O chamado “Efeito Doppler” foi estudado pelo físico austríaco Johann Christian Andreas Doppler em meados do século XIX. Trata-se da característica observada em ondas acústicas quando refletidas ou emitidas por determinado objeto que se encontra em movimento em relação ao observador. A incorporação do Doppler fez com que a Ecocardiografia se tornasse um dos principais métodos diagnósticos da medicina atual.

De que maneira o Ecodopplercardiograma acontece na prática?

Este é um exame baseado no uso do ultrassom, isto é, são empregadas ondas acústicas com frequência superior a 20 mil Hz (ciclos por segundo), normalmente em torno de dois a quatro Mega-hertz. O procedimento é totalmente seguro, aplicado por uma equipe médica devidamente capacitada, e não apresenta nenhum efeito nocivo ou colateral. Podem ser utilizadas três modalidades: Doppler Contínuo, Doppler Pulsado e Doppler Colorido.

A Ecogardiografia apresenta imagens estáticas e em movimento da musculatura cardíaca e das válvulas do coração. O mapeamento por intermédio dos fluxos em cores da técnica Doppler é capaz de identificar a velocidade e a direção da corrente sanguínea no interior das cavidades do órgão.

A quem o exame é indicado?

Frequentemente, o exame é aplicado na avaliação de pacientes com sopro no coração, falta de ar, dores torácicas, síncopes, sintomas de palpitação ou portadores de doenças do músculo cardíaco, como infarto do miocárdio. É imprescindível para atletas que estão em busca de uma avaliação e, com isso, liberação para atividades competitivas.

O Ecodopplercardiograma facilita a pesquisa acerca da presença de trombos, além de viabilizar a análise de doenças cardíacas anatômicas, como, por exemplo, a endocardiose de mitral e a cardiomiopatia dilatada. Este não é um “exame de luxo”, mas, sim, um importante meio de diagnóstico.

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O que é doença vascular periférica?

A Doença Vascular Periférica é uma séria patologia que age diretamente sobre o sistema circulatório. Com isso, é capaz de afetar todo o bom funcionamento dos vasos sanguíneos. Trata-se de um mal que modifica o modo com que as artérias transportam sangue e oxigênio para os membros superiores e inferiores. As consequências do quadro podem ser gravíssimas, como riscos de ataques cardíacos e Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Causas

A Doença Vascular Periférica acontece em decorrência de artérias que se tornam estreitas demais, devido à alta concentração de gordura no sangue. Há situações em que tais placas de material gorduroso, composto por cálcio, colesterol e outras substâncias, chegam a bloquear o vaso por completo. Em consequência, o sangue, rico em oxigênio, é impossibilitado de seguir seu caminho até as musculaturas que necessitam ser irrigadas. O paciente, então, passa a apresentar dores e dificuldades de movimentação, que, posteriormente, podem gerar lesões, infecções e, até mesmo, amputações.

Fatores de risco

É possível afirmar que as pessoas mais expostas a fatores de risco são aquelas acima dos 50 anos, pois têm maiores possibilidades de sofrerem com problemas como diabetes, hipertensão arterial, colesterol alto ou que tenham passado por um AVC. Apesar disso, os cuidados devem ser tomados por todas as faixas etárias.

Algumas das condições que favorecem o desenvolvimento da Doença Vascular Periférica são a obesidade, o tabagismo e o estresse. Há, também, outros fatores de risco, tidos como “inevitáveis”, como antecedentes familiares de doenças cardíacas, o envelhecimento e a menopausa.

Sintomas e tratamento

Os principais sintomas da Doença Vascular Periférica incluem cãibras nos membros inferiores e o adormecimento dessas regiões ao praticar alguma atividade física, por mais simples que seja, como caminhar. A lista inclui, ainda: formigamento nas pernas, infecções ou úlceras que não se curam, impotência e alterações na cor da pele na região afetada.

O tratamento é planejado conforme o grau de gravidade em que se encontra o paciente. Pode ser que o médico receite medicações específicas, que colaboram com a melhor fluidez do sangue, além da prática de exercícios. Em casos mais avançados, pode haver a necessidade de intervenção cirúrgica ou implante de Stent, um pequeno tubo de metal, inserido na artéria para mantê-la aberta.

 

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Ginecologia: conheça os sintomas do HPV, sua vacina e prevenção!

O HPV é uma doença sexualmente transmissível (DST), propagada pelo Papilomavírus Humano (Human Papiloma Virus). A patologia também é conhecida por outros nomes, como crista de galo, verrugas genitais e condiloma acuminado.

Normalmente, os casos se manifestam por meio de sintomas como verrugas, que aparecem nos órgãos sexuais e reprodutores depois de contato físico com um indivíduo infectado. Estudos recentes revelam que entre 80 e 90% da população mundial já esteve em contato com o vírus pelo menos uma vez ao longo da vida, por mais que não tenha ocorrido o desenvolvimento de lesões.

Transmissão do HPV

A transmissão do HPV se dá devido ao contato íntimo, sem o uso de preservativo, com alguém infectado. O vírus é altamente contagioso e, por isso, basta o descuido em apenas uma ocasião para se contaminar. O tempo de incubação varia de um mês a dois anos. Durante este período, podem não haver sintomas, mas a transmissão para terceiros já é possível, inclusive de uma mãe para seu bebê no momento do parto normal.

Entre os sintomas, estão:

  • Pequenas verrugas na região íntima (em homens e mulheres);
  • Coceira;
  • Irritabilidade da pele;
  • Ardência.

O HPV também pode se manifestar em homens, mesmo que se desenvolva de maneira assintomática. É por isso que a camisinha é primordial!

Tratamento

Existem ocasiões em que o vírus é naturalmente eliminado do organismo humano, em quem possui um bom sistema imunológico. É possível dizer que a doença “se cura sozinha” devido à sua remissão espontânea, que pode ocorrer entre quatro semanas e dois anos depois da contaminação. Ainda assim, o tratamento e o acompanhamento médico especializado se fazem indispensáveis.

Podem ser feitos os usos de medicamentos como pomadas e soluções administradas em consultório ou, ainda, cirurgias a laser para a cauterização, realizadas periodicamente. É um tratamento demorado e, dependendo do caso, caro. Apesar disso, vale ressaltar: é a única forma de se vencer a doença e diminuir o risco de câncer.

Vacina do HPV

A vacina contra o HPV é indicada a mulheres e homens que se encontram na faixa etária entre nove e 26 anos. O imunizante tem a função de diminuir os riscos de alguns tipos de câncer, como colo do útero, pênis e ânus. As doses são gratuitas para garotas de nove a 13 anos de idade, e são 100% eficazes quando administradas antes da primeira relação sexual. A partir dos 14 anos, é preciso comprar a vacina em uma farmácia ou clínica.

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Como prevenir as varizes

Varizes. Esse é o nome dado ao mal que atinge cerca de 40 milhões de pessoas em todo o país. O número fica ainda mais significativo quando especificamos, dentro desta estatística, que, do total, 60% são do sexo feminino, com idade acima dos 50 anos.

As mulheres que sofrem com as varizes se incomodam, não somente do ponto de vista estético, mas também pelo da saúde. Isso por que a condição pode causar dores e desconforto. Dependendo da situação, os problemas podem ficar ainda mais graves, proporcionando riscos de doenças circulatórias.

As causas, normalmente, são genéticas. E, como se sabe, é complicado escapar daquilo que é hereditário. Ainda assim, existem fatores que, se combatidos, podem diminuir as chances da prevalência das varizes. Exemplos são a obesidade, o tabagismo e o sedentarismo. Para prevenir as varizes, confira algumas dicas.

Controle seu peso

Os quilinhos a mais podem se tornar um incômodo ainda maior do que apenas os dígitos que aparecem quando se sobe na balança. Eles aumentam a pressão sobre os membros inferiores e, desta forma, estressam todo o sistema circulatório. A gordura que permanece armazenada na região abdominal prejudica o trajeto do sangue de volta para o coração, possibilitando o acúmulo nas veias dos pés e das pernas.

Diga não ao cigarro

O tabagismo favorece a ocorrência das varizes, pois há substâncias no cigarro com alto potencial para aumentar a viscosidade do sangue. Uma delas é a própria nicotina. E, quanto mais o sangue fica espesso, mais complicado é o seu bombeamento de volta ao coração.

Além disso, quem tem pressão alta e fuma pode sofrer com a chamada insuficiência venosa dos membros inferiores. E isso, mais uma vez, promove o acúmulo de sangue nos membros inferiores.

Levante do sofá

Exercícios físicos são uma excelente maneira de se prevenir as varizes. Caminhadas ou leves corridas já são o bastante para melhorar a circulação das pernas, fortalecer a musculatura e evitar o acúmulo de sangue nos membros inferiores. Mantenha seu sistema circulatório saudável calçando o tênis e praticando exercícios físicos de três a quatro vezes por semana.

Anticoncepcionais com a devida supervisão

O uso prolongado de anticoncepcionais aumenta as concentrações de estrógeno e progesterona, hormônios que dilatam as veias e enfraquecem as paredes dos vasos sanguíneos. Verifique com seu médico a possibilidade do uso de um medicamento com menor teor dessas substâncias.

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Como é o tratamento com espuma para varizes?

As varizes são um enorme incômodo para muitas pessoas. Tanto homens quanto mulheres podem sofrer com essas dilatações ou tortuosidades das veias. O mais comum é que o problema apareça nos membros inferiores, uma vez que temos o hábito de permanecer em pé ou sentados por longos períodos, ocasionando o aumento da pressão nessa parte do corpo.

Além de simbolizarem um risco à saúde, as varizes se tornam um desconforto em relação à autoestima. É por isso que, cada vez mais, se fala sobre possíveis tratamentos. Na maioria dos casos, a questão pode ser tratada com medidas de autocuidado, como exercícios físicos, emagrecimento ou, mesmo, evitar vestir roupas apertadas e permanecer na mesma posição por muito tempo. Uma nova alternativa, e que vale a pena discutir com seu cirurgião vascular, é a escleroterapia ecoguiada com espuma, mais conhecida como “tratamento de varizes com espuma”.

Como é feito o procedimento?

Para este tipo de tratamento, é empregada a espuma de polidocanol. A princípio, esta substância era estudada como anestésico, mas, com o passar do tempo, ela se demonstrou bastante eficaz na promoção do fechamento das veias. Tal característica, aliada à sua leve capacidade anestésica, faz com que a matéria seja praticamente indolor ao ser injetada.

Quando agitado, o polidocanol forma uma densa espuma, que ocupa todo o espaço do vaso. Em seguida, a substância destrói o endotélio, que é a camada celular que reveste o interior dos vasos sanguíneos e linfáticos. Com isso, é ocasionada uma trombose química localizada. Resumidamente, ao passo em que o vaso é fechado, fecha-se, também, as varizes.

De que maneira é realizada a injeção da espuma?

A grande vantagem do tratamento de varizes com espuma é que ele pode ser realizado no próprio consultório, sem a necessidade de internação, cortes ou anestesia. O primeiro passo é a agitação da seringa que contém o medicamento. Desta forma, o médico cria a espuma e a injeta no vaso. Tal procedimento deve contar com o auxílio de um ultrassom, para que a veia a ser tratada seja localizada com precisão.

Na sequência, a substância se expande pelas paredes internas do vaso e promove a expulsão do sangue. Feito o procedimento, é preciso utilizar uma meia elástica por 15 dias ou de acordo com a orientação médica. Ainda assim, o paciente consegue andar normalmente e não necessita repousar.

É comum que a pele ao redor do local da aplicação escureça, mas as manchas normalmente desaparecem dentro de três meses. É aconselhável o acompanhamento de um dermatologista para métodos mais eficazes de clareamento da pele.

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