CONHEÇA A LIPOESCULTURA

As cirurgias e tratamentos estéticos estão cada vez mais em alta, buscando satisfazer as necessidades daqueles que acreditam poder obter uma aparência física ainda mais bonita. Neste contexto, um exemplo é a lipoescultura, cirurgia que age em prol da redução do volume de gordura no corpo.

O procedimento é realizado em áreas localizadas, moderando a adiposidade, além de remodelar as demais regiões que necessitem de volume. Com isso, a principal mudança conquistada pelo paciente ocorre em sua silhueta corporal, e não na balança. O principal objetivo da lipoescultura não é a redução do peso, mas a remodelação do corpo humano.


Como é realizado o procedimento?

Durante a cirurgia de lipoescultura, a gordura localizada retirada passa por um processo de purificação e, depois de concentrada, pode ser aplicada como enxerto, no intuito de aumentar ou modelar outras regiões do corpo. O procedimento pode ser realizado em locais onde haja acúmulo de tecido adiposo, como abdômen, dorso, flanco, braços, pernas e face. A lipoescultura apenas não pode ser aplicada em áreas de articulações, como tornozelos, parte posterior dos joelhos e cotovelos.

O tipo de anestesia depende da quantidade de gordura e da extensão da área a ser lipoaspirada. Sendo assim, pode ser uma anestesia local, bem como uma local com sedação, peridural ou, ainda, a geral. Em média, o tempo de duração da cirurgia dura entre uma e cinco horas, com um período de internação de 12 ou 24 horas, variando de acordo com o paciente.

O período pós-operatório

As cicatrizes provenientes do procedimento cirúrgico da lipoescultura são pequenas, com dimensões entre cinco e 10 milímetros. Apesar de mínimas, os profissionais ainda têm o cuidado de providenciar que as cicatrizes estejam localizadas em lugares “escondidos”, como sob a marca do biquíni, no sulco mamário ou no interior do umbigo.

Nas pequenas lipoesculturas, não é nem mesmo necessário empregar o dreno. Por outro lado, nas maiores, o equipamento pode ser utilizado por alguns dias, para promover a eliminação da secreção. Caso isso não seja feito, os riscos de equimose (manchas na pele devido ao extravasamento de sangue) e edema (inchaço, acúmulo anormal de líquido nos tecidos do corpo) são altos. Além disso, a cinta compressiva deve ser usada por um mês e meio depois da cirurgia.

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